O que queremos ao criar um blog?


O que dois garotos querem quando pensam em fazer um blog? Fazer dele um diário? Comentar a vida de famosos? Falar sobre Filosofia? Hasta la vista? Ou simplesmente publicar seus textos e pensar que alguém vai ler? Não sei. Pode ser a última opção. Enfim.
Um homem feito fala ao outro:
- Você escreve bem.
- Você mais ainda - responde o outro, sinceramente.
- Façamos um blog.
- FAÇAMOS! - clama a multidão atiçada pelas ideias de Rousseau.
É assim que nasce um blog. Seria falta de modéstia dizer que o !SS é diferente? Não. Depende do seu ponto de vista. Você pode dizer que nós somos ruins de um jeito diferente. Pseudo-intelectuais e manipuladores. Pode dizer que escrevemos errado herrado. Que é só mais um blog. Daqui não sai nada. Vão tomar vergonha . Pirilampos. Sem escrúpulos. Cachorros. Trombose. Mapa do Brasil. Raca. Flamenguistas.
Tudo. Menos flamenguistas.

Baixinha à bessa; Bessa, a baixinha


Baixinha. Baixinha e braba pra caramba.

- Boa tarde. - diz você, e logo depois choraminga pelo chute que ela lhe dá.

Brincando, ela não faz isso. Ela não vira o Hulk. Ela não é cruel. Acho que se faz de braba para soltar o ambiente, não sei. Quem lhe conhece a acha gente boa pra caramba. O que lhe falta em altura é acrescentado em caráter.

Sim, é baixinha. Dizem é impossível vê-la de um ângulo que não seja de cima, e que ela faz parte do nano-mundo.

Exagero de novo. Quando a mediram deu 1 e 49, embora ela jure que já teve 1 e 58, sendo que ela tem 15 anos.

16 a partir de hoje.

E o que tiver que ser?


O que é, é; e o que não é, não é. O que tiver que ser, será?

Se o que é, é, então não vai deixar de ser, logo não virá a ser outra coisa que não seja a que já é. Logo não será nada. Já o é.

Antes que comecem a reclamar de meu enche-linguiça e filosofia barata, digo que gostei dos dois.

Kant questionou a beleza. O que faz do belo, belo? Imaginem Kant e sua namorada no alto de uma montanha, apreciando a paisagem extraordinária. "Que lindo!", diz ela. "Explique-se.", diz ele. Ou ela perguntando a ele se a achava bonita, e ele perguntando se ela queria a resposta em uma ótica aristotélica ou baconiana.

Imaginem Platão falando para sua mulher que ela era uma cópia imperfeita de uma idéia, ou Descartes falando para sua que não existe. Heráclito falando que ela era bonita mas prosseguia num ciclo interminável até à feiúra e novamente à beleza, ou Parmênides falando que a sua mulher é, então é.

Kant morreu solteiro.




Pai e filho conversam.

- Pai, pra que serve um ventilador? - pergunta o gerado.

- Para ventilar, meu filho. - responde o gerador.

- E o que é um cooler?

- É como um ventilador de computadores, filho.

- Se eu por um ventilador pra ventilar o computador e um cooler para me ventilar, eles vão mudar de nome?

Ré Low


Vooooltei, tchurminha do barulho! (?) Eu estava com muita saudade disso aqui tudo, mas eu só to matando a saudade, não vou voltar a postar direto agora, por causa de uns probleminhas aí, ou aqui. Não importa. Prevejo uma mudança nisso aqui. Fiquem com Deus aí, e eu aqui.










Post mais sem graça.

Estranha Cidade


Ele havia chegado numa cidade estranha, e antes de conseguir verificar porque esta era estranha foi vendado, amordaçado e raptado.

Quando tiraram a venda ele se viu rodeado de homens com testas grandes.

- Sabemos que és um espião. – disse o homem com a testa maior, que parecia ser o líder.

- Ex-pião. – repetiram os outros.

O protagonista não entendia nada.

- Não entendo nada! – disse o protagonista.

- Cale-se! – disse o Líder.

- Cálice! – repetiram os outros.

De algum modo conseguiu fugir, e quando se viu fora da casa, antes de verificar porque a cidade era estranha, lhe bateram na cabeça e caiu desacordado.

Quando acordou estava num salão, rodeado de homens com queixos pontudos.

Humor é relativo



Por exemplo, já li textos que me fizeram rir no fundo da alma e logo depois alguém leu o mesmo texto com a mesma cara que fazemos quando olhamos dentro da privada e vemos que precisamos dar a descarga. Mas talvez seja por que meu senso de humor é estranho mesmo. Por exemplo.

Acredito que acharia muita graça se agora, enquanto escrevo, tocasse a campainha, e quando fosse olhar no olho mágico pra ver quem era, visse um boi. Por quê? Sei lá. Talvez pelo fato de eu morar em apartamento (“fato de eu”. Hihihi...). Ou pelo fato de ser um boi. Sei lá.

Sei lá – deve ser uma das expressões que regem meu senso de humor. Não sei por que, acho graça das reações ao sem sentido que não sei por que imagino acontecendo na vida real. Como um cara que vê alguma coisa tão bizarra que seu cérebro simplesmente a ignora. Mais ou menos assim.

O cara em seu apartamento falando no MSN e ouvindo Beethoven. Toca a campainha. Ele abre a porta e vê um boi. Os dois se olham com uma cara inexpressiva por cinco segundos. O cara fecha a porta e volta ao MSN, agora ouvindo Mozart.

Ou assim.

O cara escrevendo no PC alguma coisa sobre bois. Posta num blog nada a ver, que você olha agora com a cara que fazemos quando olhamos para dentro da privada e vemos que precisamos dar descarga.
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